Melhor smartphone custo-benefício de R$ 1.000 a R$ 2.000
No celular, o processador decide se o aparelho continua rápido daqui a três anos, e a câmera e a tela são o que você percebe no dia a dia. Muitos modelos baratos gastam a ficha em megapixels e memória virtual; o mapa mostra quem entrega desempenho de verdade pelo preço.
Ranking de custo-benefício de R$ 1.000 a R$ 2.000
Ainda não há modelos com preço nessa seleção.
Como calculamos
A nota de desempenho (0 a 100) sai das especificações de cada modelo, não de opinião. A linha tracejada mostra a nota típica para cada preço no segmento: quem fica acima dela entrega mais do que custa. O preço é o da oferta ativa mais barata na comunidade; sem oferta, usamos o preço visto nos últimos 30 dias ou um preço de referência (ponto vazado).
O chip pesa mais, com nota baseada no ranking de benchmarks (Geekbench 6 e AnTuTu) da NanoReview; câmera e tela vêm logo depois. Bateria, RAM física, armazenamento e anos de atualização prometidos completam a nota.
Desempenho do chippeso 5Câmera principalpeso 4Telapeso 3Bateriapeso 2Memória RAMpeso 2Armazenamentopeso 2Anos de atualizaçãopeso 2
Perguntas frequentes
Qual o melhor celular até R$ 1.000?
Nessa faixa o Galaxy A17 4G se destaca pela tela AMOLED, câmera com estabilização e seis anos de atualização. O Moto G35 é a opção mais barata com 5G e tela de 120 Hz, e o Galaxy A07 é o mais em conta com suporte longo.
RAM Boost ou RAM virtual conta como memória?
Não de verdade. Ela usa parte do armazenamento como extensão e é bem mais lenta que a RAM física. Um anúncio de 24 GB com Boost costuma ter 8 GB reais, e é esse número que usamos na nota.
Vale a pena comprar celular 4G em 2026?
Para quem gasta pouco e usa Wi-Fi a maior parte do tempo, ainda dá. Mas o 5G já cobre as capitais e muitas cidades médias, e os modelos 5G mais baratos custam pouco a mais, então para quem pretende ficar três anos ou mais com o aparelho o 5G vale a diferença.
iPhone ou Android pelo mesmo preço?
O iPhone ganha em processador, vídeo e tempo de suporte, mas o modelo de entrada tem tela de 60 Hz e custa mais. Pelo mesmo valor, um Android intermediário entrega tela de 120 Hz, bateria maior e mais armazenamento.
Por que celular com mais megapixels nem sempre tira foto melhor?
Porque o tamanho do sensor, a estabilização óptica e o processamento de imagem pesam mais que o número de megapixels. Uma câmera de 50 MP com OIS e bom processamento costuma superar uma de 108 ou 200 MP sem esses cuidados, principalmente à noite.